WHAT’S ON? BLENDED LEARNING AT FUNEC

WHAT’S ON? BLENDED LEARNING AT FUNEC

Bárbara Luisa Crispim Ribeiro1; Soraya Andreotti Tasca; Darci Sabino Ribeiro3

RESUMO

O projeto de pesquisa em questão estuda a metodologia utilizada na aprendizagem de Inglês dentro das escolas e, mais especificamente, dentro da Funec – Unidade Cruzeiro do Sul. “Blended Learning”, também chamado de “B-Learning”, é um processo de aprendizagem que combina as aulas tradicionais com atividades que utilizem o computador e outras tecnologias. O objetivo é implantar essas tecnologias (lançando mão de filmes, séries, músicas, jogos etc.) em atividades extraclasse, para maior aprendizagem do aluno na Língua Inglesa.  Neste trabalho, fez-se a análise da metodologia pela qual os alunos da respectiva unidade educacional mais se encaixavam no processo de aprendizagem, como se dava seus contatos com a Língua Inglesa no dia a dia e o que eles preferiam trabalhar nas aulas da linguagem. Dentro dessa pesquisa foi constatado que, cerca de 57% dos alunos aprendem melhor Inglês com filmes, jogos, séries e músicas, 29% na escola e, apenas 14% decoram a tradução. Além disso, os estudantes estão em maior contato com o Inglês dentro de plataformas digitais e de atividades de seu interesse. Cerca de 76% dos entrevistados informaram que escutam músicas em Inglês frequentemente ou o tempo todo, 40% assistem filmes em Inglês e 36% assistem séries em Inglês. Diante dessas informações, conclui-se que é de suma importância incluir essas atividades dentro de sala de aula, para maior interesse do aluno na Língua e, consequentemente, uma melhor instrução e conhecimento do mesmo. Dentro dessa perspectiva, estão sendo propostas atividades extraclasse que envolvam o conteúdo trabalhado em sala de aula, porém, em um âmbito mais voltado para coisas de interesse dos estudantes. Relacionando o conteúdo com músicas, sites interativos, vídeos explicativos, fóruns de discussão, entre outras plataformas, será avaliado o desempenho dos estudantes diante dessa metodologia e sua evolução na Língua Inglesa.

Palavras-chave: Língua inglesa; Tecnologias digitais; Metodologias; Aprendizagem.

ABSTRACT

The research project in question studies the methodology used in learning English within schools and, more specifically, within Funec – Cruzeiro do Sul Unit. “Blended Learning”, also called “B-Learning”, is a learning process that combines traditional classes with activities that use the computer and other technologies. The objective is to implement these technologies (using films, series, music, games, etc.) in extra-class activities, for greater student learning in the English language. In this work, an analysis was made of the methodology by which the students of the respective educational unit most fit into the learning process, how they got in touch with the English language on a daily basis and what they preferred to work on in language classes. Within this survey, it was found that about 57% of students learn English better with films, games, series and music, 29% at school and only 14% decorate the translation. In addition, students are in greater contact with English within digital platforms and activities of interest. About 76% of respondents reported that they listen to music in English frequently or all the time, 40% watch films in English and 36% watch series in English. Given this information, it is concluded that it is of utmost importance to include these activities in the classroom, for the student’s greater interest in the language and, consequently, better instruction and knowledge of it. Within this perspective, extra-class activities are being proposed that involve the content worked in the classroom, however, in a scope more focused on things of interest to students. Relating the content to music, interactive websites, explanatory videos, discussion forums, among other platforms, students’ performance in relation to this methodology and its evolution in the English language will be evaluated.

Keywords: English language; Digital technologies; Methodologies; Learning

1 – Aluna do terceiro ano do Ensino Médio Regular da FUNEC – Unidade Cruzeiro do Sul, e-mail: barbaraluisa538@hotmail.com; 2 – Especialista em Informática da Educação (INEEAD), Psicopedagogia (IPB), Lingua Inglesa (UNI-BH), Graduada em Letras – PUCMINAS, e-mail: soraya.atasca4@gmail.com 3 – Bacharel em Fisioterapia -UFMG, Licenciatura em Biologia – UTRAMIG, Vice Diretor da FUNEC – Cruzeiro do Sul e Prof, de Biologia da FUNEC, e-mail: darcisabino@yahoo.com.br    

1. INTRODUÇÃO

O projeto em questão estuda a aplicação de técnicas de aprendizagem baseadas na metodologia “Blended Learning”, enfatizando a utilização de recursos como músicas, jogos, filmes e plataformas digitais, como meios didáticos a serem utilizados pelo professor de Língua Inglesa.

A combinação das aulas presenciais tradicionais com atividades educacionais à distância, por meio das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação – TDIC, tem se mostrado uma ferramenta muito útil no aprendizado, principalmente da Língua Inglesa. Como estudado por Ruivo e Mesquita (2004): “A revolução científica e tecnológica, designadamente a evolução das tecnologias da informação e da comunicação, imprimiu uma dinâmica de transformação, não só no domínio da ciência e da tecnologia, mas também no domínio da educação”. (RUIVO E MESQUITA, 2004). Portanto, a utilização das TDIC foi considerada durante a aplicação deste projeto na busca por melhorar a aplicação do conteúdo.

Sabemos que o aprendizado de uma língua estrangeira exige metodologias eficientes, e que somente a aula expositiva não é suficiente para que o aluno receba a instrução necessária. Por outro lado, existem obstáculos que impedem a aplicação de aulas dinâmicas, como a carga horária pequena nas escolas (tanto no nível básico, quanto no ensino médio), muitos alunos de diferentes níveis em uma sala, entre outros. Neste quesito, o Blended Learning se torna um eficiente meio de aplicação do conteúdo para o professor e, de aprendizado pelo aluno, pois, auxilia-o a complementar as aulas tradicionais e o possibilita aplicar atividades diferenciadas que tornem o conteúdo mais interessante ao estudante.

Com base nessas informações, foram aplicados dois questionários com os alunos do segundo ano do Ensino Médio, da FUNEC Cruzeiro do Sul- turno da manhã, para avaliar os meios pelos quais eles mais têm contato com a Língua Inglesa, qual a metodologia utilizada em sala de aula que consideram mais eficiente no próprio aprendizado, bem como sugestões de atividades que tornariam a aula mais interessante.

Os dados mostram que os principais meios pelos quais os estudantes têm contato com a Língua Inglesa são músicas, filmes, séries e plataformas digitais de aprendizagem. Assim, a utilização desses recursos, como forma de aprendizado e aplicação do conteúdo, pode fazer toda a diferença para que o aluno aprenda de maneira mais dinâmica e eficaz, permitindo o emprego do que é ensinado em sala de aula em atividades mais concretas e dentro da área de interesse dos educandos. É de nosso conhecimento que além de reter a informação, o aprendiz necessita ter um papel ativo para significar e compreender essa informação segundo conhecimentos prévios, construir novos conhecimentos, e saber aplicá-los em situações concretas. (VALENTE, J. A., 2014).

Com base no exposto, foram propostas algumas atividades complementares aos alunos durante o ano letivo de 2019, tendo em vista, complementar as aulas e tornar o conteúdo mais dinâmico e atraente. As atividades foram todas realizadas online, fora do horário de aula, buscando seguir os princípios do Blended Learning.

Neste sentido, espera-se que este trabalho sirva para informar sobre a importância de novos métodos de ensino-aprendizagem dentro da disciplina do Inglês, visando melhorar o aprendizado do aluno, bem como potencializar a transmissão do conteúdo, sobrepondo os obstáculos já citados dentro do aprendizado.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Blended learning e o uso das TDIC’s no aprendizado.

Neste capítulo iremos abordar como a implementação das Tecnologias Digitais pode auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, especialmente, da Língua Inglesa. Não esperamos, por enquanto, que estas substituam por completo as aulas tradicionais, porém, que sejam utilizadas como ferramentas complementares, contextualizando o conteúdo transmitido em sala de aula em atividades onde o aluno aplique o uso concreto do Inglês.

Para o desenvolvimento deste projeto, foi utilizada a metodologia do Blended Learning caracterizando um ensino híbrido, onde parte das atividades é realizada totalmente à distância e parte é realizada em sala de aula (VALENTE, J. A., 2014).

O Dicionário de Cambridge define o termo Blended Learning como “um método de aprendizado que combina as aulas tradicionais com atividades que usem a tecnologia computacional e podem ser aplicadas através da internet”. (DICIONÁRIO DE CAMBRIDGE, 2020).

As TDIC têm imprimido inúmeras mudanças na sociedade nos últimos anos e, no âmbito educacional a situação não é diferente. Horn e Staker (2012) afirmam que as escolas estão chegando ao ponto crítico, em uma transformação digital que mudará para sempre a forma como o mundo aprende. (HORN E STAKER, 2012). Outro fato importante é que, segundo Valente (2014) “os alunos, em sua maioria, dispõem das TDIC e, aqueles que frequentam as aulas as estão usando, porém, com que objetivo?” (VALENTE, J. A., 2014).

Dentro do nosso trabalho, procuramos direcionar os estudantes para utilizar as TDIC como forma de aprendizagem, em atividades que sejam mais recreativas, mas sem perder o contexto do conteúdo. Compreendendo, além de tudo, as novas tecnologias presentes na sociedade como um método facilitador do ensino, tanto para o educador, quanto para o educando, e não o contrário. 

Alguns obstáculos, porém, são enfrentados atualmente no dia a dia da sala de aula, especialmente, no que se refere à Língua Inglesa. A carga horária tanto no Ensino Fundamental, quanto no Ensino Médio costuma ser insuficiente – cerca de 40 horas/aula por ano, no 2º ano do Ensino Médio – especialmente, em escolas públicas tradicionais, dificultando o trabalho do educador. A formação do aluno também é prejudicada, pois o Inglês acaba perdendo a importância diante de outras matérias de maior cobrança na grade curricular. Sabemos, no entanto, da importância do inglês no mercado atual, sendo fator decisivo para muitas oportunidades, sejam elas de cunho pessoal ou dentro do mercado de trabalho.

Além de tudo, há, ainda, barreiras psicológicas no que tange ao aluno, que dificultam o aprendizado. A falta de ligação do conhecimento da Língua Estrangeira com algo concreto e que esteja presente no dia a dia do estudante é um dos fatores que costumam gerar mais desinteresse nos educandos.

O que podemos concluir é que a utilização das TDIC e do Blended Learning pode ser uma chave acessível e eficaz na amenização das dificuldades apresentadas, no que tange o ensino do Inglês nas escolas públicas e, mais especificamente estudada neste trabalho, na FUNEC – Cruzeiro do Sul.

3. METODOLOGIA DE PESQUISA

A metodologia de pesquisa utilizada é um estudo de caso, onde procuramos recolher e analisar dados de pesquisas feitas com os alunos, com o objetivo de entender como se dá o contato de cada um com a língua inglesa, bem como seu aprendizado. 

Por conseguinte, o presente estudo propôs um levantamento de dados por meio da aplicação de dois questionários com cerca de 35 (trinta e cinco) alunos do segundo ano do Ensino Médio, da escola FUNEC-Cruzeiro do Sul. O objetivo foi coletar informações acerca da experiência dos estudantes com diferentes metodologias do ensino do Inglês como língua estrangeira, como ocorre seu contato com o inglês no dia a dia, os pontos em que apresentam maior dificuldade na língua e como interagem com as metodologias aplicadas em sala de aula.

A pesquisa foi realizada com base em dois questionários contendo 09 (nove) perguntas abertas e fechadas, sendo aplicada no primeiro semestre do ano letivo de 2019. Os questionários foram utilizados como base para a aplicação de atividades diferenciadas durante o primeiro e segundo semestre de 2019, todas feitas à distância, com a utilização de meios digitais.

A partir dos dados, procurou-se compreender melhor como se distingue o aprendizado do aluno com a utilização de métodos tradicionais de ensino em sala de aula e com o uso das Tecnologias da Informação. Também, foi analisada a relação cotidiana dos estudantes com o inglês e, como ocorre a utilização dos meios digitais como forma de estudo. Assim, foi explorada a possibilidade do uso das TDIC’s no ensino de Inglês e, como poderiam auxiliar tanto no aprendizado da Língua, quanto a superar as dificuldades enfrentadas no dia a dia da sala de aula.

Espera-se que os dados obtidos sirvam como demonstração de como a utilização das TDIC e de atividades diferenciadas afetam o aprendizado e o interesse dos estudantes pela Língua Inglesa.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

 

4.1. Análise dos questionários

Sobre a frequência em que os alunos estudam Inglês, 45% afirmam estudar às vezes, 30% estudam raramente, 12% frequentemente, 9% o tempo todo, 3% afirmam não estudar e 3% não responderam.

Grande número de alunos também afirma utilizar a internet para estudar inglês, sendo que, 33% usam às vezes, 30% de forma frequente, 21% raramente, 9% usam o tempo todo e apenas 6% nunca usam.

Procuramos coletar informações acerca de atividades do cotidiano dos estudantes que os colocam em contato com a língua inglesa, dentre elas, leitura, filmes, jogos, músicas etc., para depois analisarmos como isso afetaria a relação com a forma de aprender inglês dos estudantes.

Sobre o âmbito do contato com o Inglês por meio da leitura, 33% afirmam que raramente leem livros, jornais, revistas ou outros textos escritos em inglês, 30% leem às vezes, 21% nunca leem, 15% leem frequentemente e 3% não responderam.

Dentre os 35 alunos estudados, 54% afirmam ouvir músicas em inglês o tempo todo, 21% ouvem frequentemente, 21% ouvem às vezes e apenas 3% não ouvem.

Um total de 27% dos estudantes afirma assistir filmes em inglês raramente, 21% às vezes, 21% frequentemente, 18% o tempo todo e 2% não responderam.

Sobre o contato com séries em Inglês, 30% dos alunos afirmam que raramente assistem 27% afirmam assistir o tempo todo, 21% assistem às vezes, 9% assistem frequentemente e 12% nunca assistem séries em inglês.

Em um segundo questionário, respondido por 26 estudantes, 54% deles afirmam aprender melhor inglês com filmes, séries e músicas, 17% com livros, 17% com conversas em inglês, 8% não possuem preferência e 4% decorando a tradução.

Sobre a metodologia utilizada em sala de aula, 37% afirmam preferir atividades de música ou listening (ouvindo o inglês), 23% preferem atividades de leitura ou escrita, 18% gostam de conversação e pronúncia, 18% preferem aprender vocabulário e apenas 4% gostam dos conteúdos de gramática.

Os dados também mostraram as maiores dificuldades dos alunos em inglês, e a metade dos estudantes (50%), afirma que sua maior dificuldade se encontra no speaking (falar inglês), 20% escrever em inglês, 15% ler em inglês e 15% em escutar e entender o inglês.

4.2. Considerações

Com base nos dados recolhidos, é possível afirmar que grande parte dos alunos possui um contato maior com o inglês por meio de atividades cotidianas como músicas, livros, séries e filmes, respectivamente. No entanto, como isso poderia ser aproveitado dentro do aprendizado da Língua Estrangeira?

Um pesquisador de Linguística Aplicada, Almeida Filho (1998 apud David, 2020), afirma que:

O ensino comunicativo é aquele que busca organizar experiências de aprender por meio de real interesse e/ou necessidade do aluno, com o escopo de que este seja capaz de usar a língua-alvo para realizar atos verdadeiros na interação de outros sujeitos e atividades que fazem uso desta língua. (ALMEIDA FILHO, 1998 apud DAVID, 2020).

Dentro desse contexto, é possível inferir que a utilização das atividades relatadas, como mais próximas da vivência do estudante com a Língua Inglesa, pode trazer mais resultados e potencializar o aprendizado. Isso porque o aluno aplicará o conteúdo aprendido em um contexto real, onde a informação poderá ser assimilada de forma mais concreta e permanente.

É como visto nos dados que mostram que mais da metade (54%) dos alunos estudados afirmam aprender melhor o inglês com a utilização de recursos recreativos (músicas, séries, filmes, jogos e livros). Fato que pode ser explicado pela utilização da língua em uma situação real e de interesse do aluno, facilitando a memorização e o aprendizado da Língua Estrangeira. 

No entanto, o que percebemos é que essas atividades ainda são pouco exploradas em sala de aula, onde o que geralmente predomina é o uso do livro didático e das aulas expositivas de gramática.

Como visto anteriormente, um problema em relação à aplicação dessas atividades é a carga horária limitada, como no caso do 2º ano do Ensino Médio, onde são oferecidos apenas 50 minutos de aula, por semana, destinada à Língua Estrangeira, cerca de 40 horas no ano todo.

A ferramenta que pode ser utilizada como apoio, neste caso, é a internet, dentro da metodologia Blended Learning

Foi possível perceber por meio dos dados recolhidos, que muitos alunos afirmam utilizar a internet para estudar o inglês, cerca de 72% a usam como ferramenta de forma frequente, às vezes ou o tempo todo.

A proposta da aprendizagem baseada no fazer, denominada “hands on” (DEWEY, 1916), mostra-se mais eficaz do que métodos tradicionais, quando o assunto é Língua Estrangeira. Nela, o aluno aprende com base em circunstâncias concretas que exigem a utilização do conteúdo para a compreensão e a resolução de determinada situação.

5. CONCLUSÃO

Com base nos dados e nas informações apresentadas foram propostas pequenas mudanças, dentro do contexto de aprendizado dos alunos do segundo ano da FUNEC – Cruzeiro do Sul, do turno da manhã.

Foram inclusas atividades extraclasse com temas que gerassem maior proximidade com a realidade dos estudantes, lançando mão dos princípios do Blended Learning, ou seja, utilizando plataformas digitais como apoio para repassar o conteúdo e as lições.

Dentro do ano letivo de 2019, foi feita e repassada uma videoaula do tema Modal Verbs, a qual os alunos tiveram acesso online e fora do horário de aula, além de uma sugestão de 5 sites, por meio dos quais os estudantes poderiam ter um reforço do conteúdo passado em sala de aula.

Para mais, foram propostas 2 atividades avaliativas extraclasse, ambas utilizando elementos de maior proximidade com o contexto do aluno. A primeira atividade, proposta no primeiro semestre letivo, utilizou como ferramenta músicas escolhidas pelo próprio aluno como método de fixação do conteúdo. A segunda, proposta já no último trimestre de 2019, teve como princípio utilizar um meio 100% digital. Assim sendo, a lição foi formulada, respondida e corrigida de forma online e fora do horário de aula, tendo uma participação positiva de 90% dos estudantes.

Assim, foi possível demonstrar que dentro do contexto vivenciado, houve algum êxito em incluir ferramentas digitais e recursos de maior interesse no dia a dia dos estudantes, auxiliando no aprendizado dos educandos da unidade educacional em referência. Além disso, as atividades foram de grande auxílio no cenário de uma carga horária ineficiente, amenizando a limitação imposta ao professor nessa circunstância.

6. REFERÊNCIAS

ALMEIDA FILHO, José Carlos de. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas.São Paulo: Pontes, 1998.

ALMEIDA, M. E. B.; VALENTE, J. A. Tecnologias e Currículo:trajetórias convergentes ou divergentes? São Paulo: Paulus, 2011.

DEWEY, J. (1916). Democracy and Education. Cópia Revisada, 1994. New York: The Free Press, 1994.

DICTIONARY Cambridge. org.  Blended Learning.Disponível em: < https://dictionary.cambridge.org/pt/dicionario/ingles-portugues/blended-learning?q=Blended+Learning>. Acesso em: 05 jan. 2020.

HORN, M. B. Blended: usando a inovação disruptiva para aprimorar a educação. Tradução de: Maria Cristina Gularte Monteiro. Porto alegre: Penso, 2015.

IMBERNÓN, Francisco. Formação continuada de professores.São Paulo, 2010.

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE INGLÊS EM ESCOLAS PÚBLICAS: o real e o ideal. Publicado por: Ricardo Santos David. Disponível em: <  https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/ingles/o-ensino-aprendizagem-ingles-escolas-publicas-real-ideal.htm>. Acesso em: 05 fev. 2020.

RUIVO, João; MESQUITA, Helena. A escola na sociedade da informação e do conhecimento.Disponível em: <https://repositorio.ipcb.pt/handle/10400.11/4351>. Acesso em: 04 fev. 2020.

VALENTE, J. A. Blended Learning e as mudanças do ensino superior:a proposta da sala de aula invertida. Paraná, 2014. Disponível em: < https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=155037796006>. Acesso em: 26 jan. 2020.