DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES SONORAS DO AMBIENTE ESCOLAR, NA UNIDADE- CENTEC

DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES SONORAS DO AMBIENTE ESCOLAR,

NA UNIDADE- CENTEC

Adriana Mara Vasconcelos Fernandes de Oliveira¹; Lissa Dâmaris Belo Linfoso²; Rafhael Fonseca Sampaio da Silva³

RESUMO

Existem no mundo atual muitos tipos de poluição que são prejudiciais à saúde e a convivência em sociedade, uma das mais recorrentes é a poluição sonora, ligada a grandes centros urbanos, onde a incidência de ruído e barulho é maior, se comparada a ambientes rurais. A poluição sonora abrange vários ambientes no cotidiano das pessoas, e os ambientes escolares não estão isentos deste problema. Poluição sonora significa o conjunto de todos os ruídos provenientes de uma ou mais fontes sonoras, manifestadas, ao mesmo tempo, num ambiente qualquer. A poluição sonora contribui para a dificuldade de comunicação, concentração, atenção, trazendo problemas relacionados à saúde, uma vez que o excesso de exposição ao som alto pode causar perda auditiva e leva o organismo a um estado de alerta. Em ambientes escolares, ela afeta não somente alunos, mas professores e outros profissionais ligados à escola, onde ficam suscetíveis aos efeitos da grande quantidade de ruídos ao redor. Dependendo dos níveis de decibéis em um ambiente e a periodicidade de exposição aos mesmos, geram-se graves consequências, que serão mostradas neste trabalho, de acordo com os valores recomendados pela Organização Mundial de Saúde – OMS.

Palavras-chave: Som; Barulho; Decibéis; Escola.

ABSTRACT

In the current world there are many types of pollution that are harmful to health and living in society, one of the most recurrent is noise pollution, linked to large urban centers, where the incidence of noise and noise is greater, compared to rural environments. Noise pollution covers various environments in people’s daily lives, and school environments are not exempt from this problem. Noise pollution means the set of all the noise coming from one or more sound sources, manifested, at the same time, in any environment. Noise pollution contributes to the difficulty of communication, concentration, attention, bringing health-related problems, since excessive exposure to loud sound can cause hearing loss and leads the body to an alert state. In school environments, it affects not only students, but teachers and other professionals connected to the school, where they are susceptible to the effects of the large amount of noise around them. Depending on the decibel levels in an environment and the periodicity of exposure to them, serious consequences are generated, which will be shown in this work, according to the values ​​recommended by the World Health Organization – WHO.

Keywords: Sound; Noise; Decibels; School.

1. INTRODUÇÃO

O mundo moderno trouxe consigo muitas melhorias para a qualidade de vida, mas trouxe também, consequências ruins que prejudicam a saúde das pessoas. A poluição é uma delas, e pode ocorrer em diferentes formas, tais como: atmosférica, visual ou sonora.

A poluição sonora, que se manifesta por meio de ruídos, é hoje uma grande ameaça ao ser humano, pois está presente em todos os lugares e na vida das pessoas, como: no trabalho, nas casas, nas escolas, nos estádios de futebol etc., e afeta o bem estar físico e mental, provocando desde uma insônia até problemas cardiovasculares. (SOUZA, A. M., 2005).

A escola, em especial, é um ambiente que tem preocupado os especialistas, por ser um local muito afetado pela poluição sonora, tornando-se a vilã do processo ensino-aprendizagem. Nela, constata-se, entre outros males, o adoecimento de muitos professores com problemas de voz (MAGALHÃES, 2002 apud SOUZA, A. M. de. 2005), e uma grave deficiência de aprendizado dos alunos, pois interfere na realização de tarefas (NASCIMENTO & LEMOS, 2012).

A poluição sonora é umas das formas de poluição que mais vem se agravando, e exige da sociedade medidas que sejam capazes de controlar seus efeitos nocivos sobre a saúde das pessoas. Segundo a Norma Brasileira 10.152/2000, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBR/ABNT 10.152), que dispõe sobre níveis de ruído para conforto acústico nas salas de aula, o valor máximo de dB (decibéis) permitido é de 50 dB. Valores superiores a este podem afetar o sistema auditivo, e prejudicar o aprendizado.

Infelizmente, no Brasil, as atenções voltadas para os cuidados que se deve tomar contra os riscos da exposição a ruídos estão concentradas no ambiente da indústria e quase nunca nas escolas (DÉBORA et al, 2014).

Diante de tantas e importantes constatações sobre o assunto, o presente projeto visa identificar, na Unidade CENTEC da Fundação de Ensino de Contagem – FUNEC, quais são os locais e as atividades com maior emissão de ruídos, por meio de medições com equipamento de medição sonora e, também, pela aplicação de questionários para conhecimento da percepção de alunos e servidores.

De acordo com Débora et al (2014),

É importante ressaltar que, dentre as áreas profissionais ligadas ao gerenciamento ambiental, que envolvem principalmente o controle e o tratamento de efluentes, resíduos sólidos e poluentes atmosféricos, a emissão de ruídos com seus severos impactos na saúde e no ambiente, é atualmente uma área promissora para atuação profissional nas áreas correlacionadas à Gestão Ambiental (Débora et al. 2014). Os resultados obtidos e analisados servirão de parâmetro para que sejam tomadas medidas de melhoria e diminuição da poluição sonora do ambiente escolar da Unidade CENTEC e com isto melhorar a qualidade de vida das pessoas que atuam neste ambiente. (DÉBORA et al, 2014).

2. METODOLOGIA        

O presente estudo será realizado na Unidade CENTEC, da FUNEC, localizada no município de Contagem, em Minas Gerais, que possui aproximadamente 515 alunos. 

A pesquisa será desenvolvida com estudantes e servidores, nos turnos diurno e noturno. Na primeira etapa, os bolsistas farão uma revisão bibliográfica, para estudo de casos em que se conseguiu, por meio de medidas simples, reduzir a poluição sonora em ambientes públicos. Será feito, também, o planejamento e a elaboração dos questionários para aplicação juntos aos servidores e alunos, bem como a escolha estratégica dos locais e horários da coleta de dados, com a utilização do aparelho decibelímetro, para identificar quais são os ruídos que mais incomodam, e os locais que mais causam ruídos nas áreas de abrangência da unidade. De posse dos formulários, serão feitas as medições com o decibelímetro nos locais previamente definidos, para identificar a porcentagem de superação dos parâmetros estabelecidos.

Inicialmente, será feita uma pequena coleta de dados em dias randômicos, para servir como comparativo para coletas presentes na segunda etapa.

Na segunda etapa será feita uma longa coleta de dados, para se obter uma pesquisa mais profunda sobre o nível médio de ruído presente em nossa escola. Também será feito um tratamento dos dados, e, os resultados obtidos serão organizados em um relatório inicial, na forma de gráficos e tabelas, e servirão de base para tomada de decisão quanto às medidas a serem implantadas com o objetivo de diminuir a poluição sonora na Unidade CENTEC. Após a definição da melhor estratégia para diminuir os níveis de ruído na escola, serão implantadas as medidas necessárias para se alcançar este objetivo. Após a implantação dessas medidas, serão feitas novas medições e, novamente os dados serão discutidos e tratados.

Na terceira etapa será feita uma avaliação dos ganhos, ou não, em termos de diminuição da poluição sonora dentro das dependências da escola e os resultados obtidos serão registrados em um relatório final, com as conclusões da eficácia, ou não, das medidas tomadas.

3. RESULTADOS

3.1 1ª Etapa da pesquisa:

Foram escolhidos 02 (dois) dias, de forma randômica, e realizada uma pequena coleta de dados para servir como base comparativa. Os dados obtidos estão representados a seguir:

Tabela 1- Coleta de dados da primeira etapa – Elaboração própria

MEDIDAS COLETADAS  
DATAS  
31/07/2019 (Manhã) 12/09/2019 (Tarde)  
77,0 83,0
85,1 82,4
83,7 88,2
88,1 88,7
87,5 83,5
65,6 87,1
87,9 88,5
67,3 82,3
77,3 80,2
71,2 85,6
80,8 81,6
70,6 83,2
76,2 85,7
72,8 84,4
90,5 86,9
80,1 85,3
74,2 88,1
72,2 87,5
85,6 80,8

Tabela 2- Valores totais e médios das primeiras coletas – Elaboração própria.

MÉDIAS – DATAS
31/07/2019 12/09/2019
75,8 80,3

3.2 2ª Etapa da pesquisa – Coleta de dados durante um mês de aula.

Os dados coletados foram durante o mês de novembro do ano de 2019, na unidade CENTEC/FUNEC.

Tabela 3- Semana 01 de coleta da 2ª etapa – Elaboração própria

MEDIDAS COLETADAS – DATA: 01/11/2019 (Manhã)
80,0 74,3 81,9 81,6
84,1 85,5 76,8 78,6
83,4 75,2 79,6 77,6
85,6 80,2 77,9 84,3
85,3 77,1 86,8  
Média: 76,8

Tabela 4- Semana 02 de coleta da 2ª etapa (Período da Tarde) – Elaboração própria

MEDIDAS COLETADAS
DATAS
04/11/2019 05/11/2019 06/11/2019 07/11/2019 08/11/2019
79,7 84,0 84,2 81,6 85,5
83,8 86 86,3 83,7 80,6
74 81,1 81,4 78,8 86,2
85,3 86,8 87,0 84,4 82,2
77,3 82,8 83,0 80,4 86,1
85,0 86,6 86,9 84,3 81,0
74,9 81,6 81,8 79,2 83,5
79,9 84,1 84,3 81,7 82,2
77,2 82,7 83,0 80,4 84,4
81,6 84,9 85,2 82,6 81,8
76,5 82,4 82,6 80,0 83,4
79,6 83,9 84,2 81,6 82,5
77,9 83,1 83,3 80,7 86,8
86,5 87,4 87,6 85,0 84,2
81,3 84,8 85,0 82,4 82,9
78,7 83,5 83,7 81,1 82,2
77, 3 82,8 83,0 80,4 83,6
80,1 84,2 84,4 81,8 87,0
86,9 87,6 87,8 85,2 84,8
82,4 85,3 85,6 83,0 85,5
Média: 80,5 Média: 80,3 Média: 84,5 Média: 81,9 Média: 83,6
Média da semana: 82,7

Tabela 5- Semana 03 de coleta da 2ª etapa (Período da Manhã) – Elaboração própria

MEDIDAS COLETADAS
DATAS
11/11/2019 12/11/2019 13/11/2019 14/11/2019
86,0 81,2 82,7 80,0
81,1 83,3 84,7 82,0
86,7 78,4 79,8 77,1
82,7 84,0 85,5 82,8
86,6 80,0 81,5 78,8
81,5 83,9 85,3 82,6
84,0 78,8 80,3 77,6
82,7 81,3 82,8 80,1
84,9 80,0 81,4 78,7
82,3 82,2 83,6 80,9
83,9 79,6 81,1 78,4
83,0 81,2 82,6 79,9
87,3 80,3 81,8 79,1
84,7 84,6 86,1 83,4
83,4 82,0 83,5 80,8
82,7 80,7 82,2 79,5
84,1 80,0 81,5 78,8
87,5 81,4 82,9 80,2
85,3 84,8 86,3 83,6
86,0 82,6 84,0 81,3
Média: 84,1 Média: 81,5 Média: 82,9 Média: 80,2
Média da semana: 82,2

Observação: dia 15 de novembro de 2019 não houve coleta, devido ao feriado de Proclamação da República.

Tabela 6- Semana 04 de coleta da 2ª etapa (Período da tarde) – Elaboração própria

MEDIDAS COLETADAS
DATAS
18/11/2019 19/11/2019 20/11/2019 21/11/2019 22/11/2019
80,7 81,5 82,7 84,4 83,3
82,7 83,5 84,8 84,4 85,4
77,8 78,6 79,9 84,4 80,5
83,5 84,3 85,5 84,4 86,1
79,5 80,3 81,5 84,4 82,1
83,3 84,1 85,4 84,4 86,0
78,3 79,1 80,3 84,4 80,9
80,8 81,6 82,8 84,4 83,4
79,4 80,2 81,5 84,4 82,1
81,6 82,4 83,7 84,4 84,3
79,1 79,9 81,1 84,4 81,7
80,6 81,4 82,7 84,4 83,3
79,8 80,6 81,8 84,4 82,4
84,1 84,9 86,1 84,4 86,7
81,5 82,3 83,5 84,4 84,1
80,2 81,0 82,2 84,4 82,8
79,5 80,3 81,5 84,4 82,1
80,9 81,7 82,9 84,4 83,5
84,3 85,1 86,3 84,4 86,9
82,0 82,8 84,1 84,4 84,7
Média: 80,9 Média: 81,7 Média: 83,0 Média: 82,3 Média: 83,6
Média da semana: 82,3

Tabela 7- Semana 05 de coleta da 2ª etapa (Período da manhã) – Elaboração própria

MEDIDAS COLETADAS
DATAS
25/11/2019 26/11/2019 27/11/2019 28/11/2019 29/11/2019
82,5 83,9 83,6 80,3 81,3
84,6 86,0 85,7 82,3 83,4
79,7 81,1 80,8 77,4 78,5
85,3 86,7 86,4 83,1 84,1
81,3 82,7 82,4 79,1 80,1
85,2 86,6 86,3 82,9 84,0
80,1 81,5 81,2 77,9 78,9
82,6 84,0 83,7 80,4 81,4
81,3 82,7 82,4 79,0 80,1
83,5 84,9 84,6 81,2 82,3
80,9 82,3 82,0 78,7 79,7
82,5 83,9 83,6 80,2 81,3
81,6 83,0 82,7 79,4 80,4
85,9 87,3 87,0 83,7 84,7
83,3 84,7 84,4 81,1 82,1
82,0 83,4 83,1 79,8 80,8
81,3 82,7 82,4 79,1 80,1
82,7 84,1 83,8 80,5 81,5
86,1 87,5 87,2 83,9 84,9
83,9 85,3 85,0 81,6 82,7
Média: 82,8 Média: 84,2 Média: 83,9 Média: 80,5 Média: 81,6
Média da semana: 82,6

4. DISCUSSÃO

A partir dos dados obtidos na coleta da segunda etapa, a média de ruído encontrada foi de do com aproximadamente, 81,3 decibéis, índice extremamente acima do recomendado, cujos valores são: 35 decibéis de acordo com a OMS e, 50 decibéis, segundo a ABNT.

Mediante esse contexto, é comum que, atualmente, muitas pessoas sofram com fortes dores de cabeça, hipertensão, alterações hormonais e insônia a curto prazo. E, a longo prazo, esse excesso de ruídos podem causar lesões no ouvido, que geralmente são irreversíveis e, dependendo da intensidade, podem provocar até a surdez. Não é incomum que profissionais atuantes na área da educação necessitem de afastamentos por estresse ou esgotamento, como a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional.

Segundo o Cap. I, art. 2°, inciso II, da Lei do Silêncio – Lei N° 7.302 de 21.07.1978, vigente em todo território de Minas Gerais, consideram-se prejudiciais à saúde, a segurança, ou o sossego públicos quaisquer ruídos que alcancem no interior do recinto em que têm origem, níveis superiores aos considerados normais pela ABNT. Portanto, visando à qualidade do ambiente escolar acima citado, julga-se importante a ação imediata contra a “cultura do barulho” em ambientes escolares, para melhor aprendizado, convivência, qualidade de resultados e saúde.

Após a aplicação do questionário na escola, observou-se que 98% das pessoas sabiam o que é poluição sonora, porém, apenas 71% conheciam os danos que podem ser acarretados por ela e, destes, 66% consideraram a escola um lugar barulhento, e 34% responderam que, apenas, às vezes.

 De acordo com a pesquisa feita com alunos, lugares como corredores e salas de aula ganharam maior notoriedade e maior quantidade de votos. Isso pode ser visto como algo preocupante, pois, as salas de aulas que deveriam ser vistas como um ambiente calmo e destinado aos estudos, foram apontadas pela pesquisa como um dos ambientes mais barulhentos da escola.

Na pesquisa realizada por meio do questionário, foram obtidas diversas conclusões sobre como as pessoas geralmente se sentem em ambientes barulhentos. Com a análise dos resultados foi possível observar que a grande maioria das pessoas se sente incomodada e irritada em ambientes muito barulhentos, ou seja, grande geração de ruído pode levar a alterações no humor. Ainda foi possível observar que muitas pessoas afirmaram ter perda de foco, quando expostas ao excesso de ruído no ambiente, no qual estão inseridas.

Ainda, com os dados obtidos por meio do questionário, obtivemos uma notável variedade de respostas em relação aos motivos que contribuem para a produção de ruído. Porém, a resposta mais frequente mostrou que a grande quantidade de alunos afeta diretamente na quantidade de ruído produzido e, também, o grande período de tempo passado na escola (por ser escola de período integral). Vale destacar, ainda, que várias respostas negativas se referiam à falta de educação dos alunos em relação aos outros, e pelas conversas paralelas e desnecessárias em sala de aula, principalmente durante as explicações. Mas, curiosamente, contradizendo a essa pergunta, 56% dos alunos admitiram manter um nível alto de ruído na escola, e outros 27% apontaram ajudar a manter esse nível, ocasionalmente. Porém, o dado mais alarmante em relação a tudo isso mostrou que 63% dos alunos se consideram improdutivos em ambientes barulhentos, mas, mesmo se considerando assim, eles colaboram consciente ou inconscientemente para manter um alto nível de pressão sonora no ambiente escolar, no qual estão inseridos.

5. CONCLUSÃO

Com todos os dados obtidos, a partir do questionário e das coletas utilizando o decibelímetro, observa-se uma insatisfação com o nível de pressão sonora no ambiente escolar, tanto por parte dos alunos, quanto por parte dos profissionais, principalmente, nos horários do almoço e no período da tarde.

Contudo, é possível gerar uma redução do nível de ruído nas escolas, por meio da conscientização de toda comunidade escolar sobre os danos que podem ser causados e, dessa forma, poder gerar um ambiente melhor para se adquirir novos conhecimentos, de forma saudável e mais eficaz.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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MINAS GERAIS. LEI ORDINÁRIA Nº 7302, DE 21 DE JULHO DE 1978.  Dispõe sobre a proteção contra a poluição sonora no estado de Minas Gerais. Belo Horizonte: Palácio do Governo do Estado, 1978. Data de publicação no sistema: 5 de outubro de 2004. Disponível em:< https://leisestaduais.com.br/mg/lei-ordinaria-n-7302-1978-minas-gerais-dispoe-sobre-a-protecao-contra-a-poluicao-sonora-no-estado-de-minas-gerais. Acesso em: 25 abr. 2019.

NASCIMENTO, L. S.; LEMOS, S. M. A. A influência do ruído ambiental no desempenho de escolares nos testes de padrão tonal de frequência e padrão tonal de duração. In: Rev. CEFAC. 2012 Mai-Jun; 14(3): 390-402. Disponível em: < https://www.scielo.br/pdf/rcefac/v14n3/170-10.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2019.

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