PERFIL DEMOGRÁFICO E EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE DENGUE DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM-MG – UMA SÉRIE HISTÓRICA

Perfil demográfico e epidemiológico dos casos de Dengue do município de Contagem-MG – Uma série histórica

Mayne Kayla Pinto dos Santos¹; Sabrina de Freitas Lima²; Luciana Godoy Pellucci de Souza³; Edson Alexandre de Queiroz4

RESUMO

O presente trabalho teve o objetivo de comparar o perfil demográfico e epidemiológico da população desta cidade, na série histórica respectiva, dos casos de dengue. Será que o perfil demográfico e epidemiológico é diferente entre as regiões sanitárias do município de Contagem-MG? Se se quais os fatores estão envolvidos nessas diferenças? Resultados: Constata-se que em 2013, 2015 e 2016 foram os anos com maior incidência da doença. Proporção de pessoas do sexo feminino foi maior que masculino. A Raça parda foi a mais afetada. Em todos os anos analisados, os indivíduos pardos foram os mais afetados. Os indivíduos que possuem o ensino fundamental incompleto foram os que apresentaram o maior número de casos em todos os anos, os números de casos de dengue clássica foram muito superiores às demais classificações. As dengues com sinais de alarme e grave, por outro lado, tiveram número muito pequeno de casos. A regional Eldorado esteve entre as regiões com maiores números de casos. Conclusão: a maior incidência em mulheres se deve muito provavelmente por passarem mais tempo no domicílio. A maior incidência observada nos indivíduos pardos pode ser explicada pela menor proliferação de linfócitos T CD4 + T em relação a indivíduos brancos, com menor liberação de interferon gama. As diversas regionais apresentaram, na série histórica, um padrão bem definido, com a regional Eldorado sempre com número elevado de casos e a regional Nacional com número menor.

Palavras-chave: Dengue; Perfil demográfico; Perfil epidemiológico Contagem-MG.

ABSTRACT

This study aimed to compare the demographic and epidemiological profile of the population of this city, in the respective historical series, of dengue cases. Is the demographic and epidemiological profile different between the health regions of the municipality of Contagem-MG? If what factors are involved in these differences? Results: It appears that in 2013, 2015 and 2016 were the years with the highest incidence of the disease. Proportion of females was higher than males. The brown race was the most affected. In all the years analyzed, brown individuals were the most affected. Individuals with incomplete elementary education were the ones with the highest number of cases In all years, the number of cases of classic dengue was much higher than the other classifications. Dengues with alarm and serious signs, on the other hand, had a very small number of cases. The regional Eldorado was among the regions with the highest number of cases. Conclusion: The higher incidence in women is most likely due to spending more time at home. The higher incidence observed in brown individuals can be explained by the lower proliferation of CD4 + T lymphocytes in relation to white individuals, with less release of gamma interferon. The different regions did not present, in the historical series, a well-defined pattern, with the regional Eldorado always with a high number of cases and the national regional with a smaller number.

Keywords: Dengue; Demographic profile; Epidemiological profile Contagem-MG.

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1- Estudante da Funec – Unidade CENTEC, maynekayla@outlook; 2- Estudante da Funec – Unidade CENTEC, sabrinalima1562@gmail.com; 3 – Bacharel em Farmácia UFMG/Funec – Unidade CENTEC, luciana.pellucci@yahoo.com.br; 4 – Doutor em Enfermagem UFMG/Funec – Unidade CENTEC/Autor de correspondência:edalexqueiroz@yahoo.com.br.

INTRODUÇÃO

Segundo o Portal do Governo Brasileiro (2018) “a dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, foi identificada pela primeira vez em 1986. Estima-se que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente no mundo”. (PORTAL ARQUIVOS, 2018).

A dengue é uma doença eminentemente sazonal em que a incidência elevada de casos coincide com a precipitação aumentada de chuvas, além de guardar uma associação, nem sempre clara, com a densidade larvária de Aedes aegypti.

Diversas são as variáveis que interferem na dinâmica de infestação e adoecimento da população, tais como pluviosidade, temperatura ambiente, volume, pH da água, e condições de isolamento de água em pneus; o controle sanitário realizado pelos agentes de endemia dos municípios.

Existem duas espécies principais de mosquitos do gênero Aedes capazes de transmitir, além da dengue, outras arboviroses como Chikungunya, Zika e febre amarela: Aedes aegypti e Aedes albopictus. O Aedes aegypti, caracterizado atualmente como uma subespécie doméstica, teve origem na África e sua introdução no Brasil tem hipótese sustentada a partir do tráfico negreiro a partir do século XVI. A partir da destruição dos habitat naturais, devido às pressões promovidas pelo homem, uma parte da população silvestre de Aedes sofreu um processo seletivo que favoreceu a disseminação e sobrevivência da espécie em aglomerados urbanos e semiurbanos em várias partes do mundo, principalmente entre os trópicos, inclusive no Brasil, o qual é um dos países com maior densidade do mosquito (KRAEMER et. al., 2015).

Essa espécie possui um curto ciclo biológico com duração de 15 a 30 dias, em regiões tropicais, que compreende as fases de ovo, quatro estádios larvais (L1, L2, L3 e L4), pupa e adulto (BESERRA et al., 2006). As fêmeas se alimentam preferencialmente do homem e por isso apresentam alto grau de antropofilia. Os picos de atividade hematofágica ocorrem durante o período matutino e vespertino. Após o repasto sanguíneo, que se dá entre 48 e 72 horas, as fêmeas procuram locais ou recipientes que possam acumular água, geralmente pobre em matéria orgânica, onde depositam seus ovos, isoladamente, nas paredes internas, próximos à lâmina d’água. A maior atividade de postura de ovos acontece nas primeiras horas do dia e no fim da tarde. Depois de um período embrionário de aproximadamente três dias, as larvas eclodem dando início ao desenvolvimento das formas jovens; porém, em condições ambientais adversas, sobretudo relacionadas à ausência de água, os ovos podem entrar em quiescência (dormência) por mais de um ano (MELO-SANTOS, 2008).

A quantidade de ovos postos por fêmea/ciclo pode variar bastante, com quantidades que vão de 32 até 90 ovos. Estudos sobre a dispersão do A. aegypti (soltura e recaptura) realizados no Brasil demonstram que as fêmeas podem se distanciar até 800 m do ponto de liberação em busca de sítios de postura de ovos. A maioria dos estudos sobre dispersão tem concluído que a distância média que esta espécie percorre pelo voo é quase sempre inferior a 100 metros. Os locais preferenciais para o desenvolvimento das formas jovens dessa espécie são habitats aquáticos instáveis, naturais ou artificiais, preenchidos por água (folhas, calhas, ocos de árvores, garrafas, latas, pneus, vasos/pratos de plantas domésticas) entre outros (MELO-SANTOS, 2008).

Alguns trabalhos mostram associação entre incidência de dengue, pluviosidade e densidade larvária de Aedes aegypti (SOUZA et al. 2010), e essa associação é maior nos meses nos quais os níveis pluviométricos são maiores, o que pode ajudar os setores envolvidos na vigilância em saúde a programar suas ações preventivas e de controle. Coelho (2008) demonstrou uma relação moderada positiva e significativa entre os níveis do Índice de Infestação Predial (IIP) obtidos pelo LIRAa e a transmissão de dengue nas semanas posteriores a sua realização.

Em estudo realizado pelos autores deste atual projeto de Iniciação Científica Júnior, em 2018, apresentado na 5.a Feira Brasileira de Colégios Técnicos, FEBRAT, também mostrou correlação positiva da precipitação de chuvas com o numero de casos de dengue (CARDOSO et. al. 2018).

Diante do vasto banco de dados fornecido pelo de Setor de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde de Contagem-MG, numa série histórica de 2013 a 2017, considerando que o município é dividido em regiões sanitárias e, pela grande população que reside no município (659 070 habitantes em 2018, IBGE) objetivamos, diferentemente do estudo anterior, comparar o perfil demográfico e epidemiológico da população desta cidade, na série histórica respectiva, em relação aos casos de dengue. Ainda mais, esses dados serão divididos em regionais sanitárias do município de Contagem-MG.

Será que o perfil demográfico e epidemiológico é diferente entre as regiões sanitárias do município de Contagem-MG? Se se quais os fatores estão envolvidos nessas diferenças?

OBJETIVO

Comparar o perfil demográfico e epidemiológico da dengue na população de Contagem-MG nas diferentes regiões sanitárias em uma série histórica.

METODOLOGIA

Trata-se de um estudo ecológico tendo o município de Contagem e suas regionais sanitárias como unidade de análise. O banco de dados dos casos de Dengue e dados demográficos e epidemiológicos, de 2013 a 2017, foi fornecido pelo setor de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Contagem-MG. O processamento e análise dos dados foram realizados no Excel Office Microsoft. Foram feitas comparações da frequência de ocorrência de casos de dengue e dos dados demográficos e epidemiológicos entre as regionais sanitárias de Contagem-MG. Os mapas foram construídos no power point (Microsoft Office). Os mapas de Kernel foram feitos no software QGIS.

As coordenadas geográficas foram obtidas pelo google.com.br>maps. Pesquisou-se pelo bairro do município de Contagem que foi delimitado por uma linha vermelha pelo programa google maps. Logo após isso, foi pontuado o centro geográfico do bairro e capturadas as coordenadas geográficas (latitude; longitude), conforme figura abaixo.

Figura 1 – Metodologia de obtenção das coordenadas geográficas (latitude, longitude) para confecção de mapas de Kernel (mapas de calor).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados apresentados abaixo foram trabalhados a partir dos dados fornecidos pela Vigilância Epidemiológica do município de Contagem, relativos aos anos entre 2013 a 2017. Os dados são expressos em números absolutos e em proporção.

Os dados são apresentados na sequência dos anos de 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 para todas as variáveis seguir: O número de casos de dengue foram de: 17040, 608, 8504, 32213, 445, respectivamente. Constata-se que em 2013, 2015 e 2016 foram os anos com maior incidência da doença como visto na tabela 1. A proporção por sexo foi de: Masculino: 41, 43, 45, 44, 47%; Feminino: 58, 56, 54, 55, 53%. Em todos os anos analisados os indivíduos do sexo feminino foram os mais afetados (figura 2).

A partir dos dados analisados constatamos que as mulheres apresentam maior incidência que os homens, muito provavelmente por passarem mais tempo no domicílio, segundo análise de LOVISI (2019). A maior incidência observada nos indivíduos pardos pode ser explicada pela menor proliferação de linfócitos T CD4+ em relação a indivíduos brancos, com menor liberação de Interferon gama (DE LA et al., 2006).

Tabela 1 – Número absoluto de casos de dengue, frequência e proporção por sexo nos anos de 2013 a 2017.

  Ano
  2013 2014 2015 2016 2017
Número total de casos 17040 608 8504 32213 445
Sexo masculino 6974 259 3864 14273 209
Sexo feminino 9925 340 4605 17795 236
% Masculino 41 43 45 44 47
% Feminino 58 56 54 55 53

Fonte: Dados fornecidos pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Contagem. Tabela feita pelos autores.

Figura 2 – Número total de casos de dengue, por ano (barra azul). Número de casos de dengue por sexo feminino (vermelho) e masculino (verde), por ano (2013 – 2017).

A tabela 2 mostra a proporção por Raça: Branca: 7,2, 16,9, 12,8, 8,1, 6,7%; Preta: 2,3, 6,9, 3,4, 3,6, 2,0%; Amarela: 0,4, 0,7, 0,5, 1,0, 0,2%; Parda: 8,5, 28,3, 16,6, 16,9, 20,7%; Indígena: 0,1, 0,2, 0,2, 0,2, 0,0%; Ignorado: 22,1, 45,2, 65,7, 69, 70%. Em todos os anos analisados, os indivíduos pardos foram os mais afetados. Em contrapartida, foram registrados baixíssimos casos de dengue nos indígenas. Houve, também, um grande número de casos em que o dado racial foi omitido (Figura 3).

Tabela 2 – Proporção por Raça dos casos de dengue nos anos de 2013 a 2017.

Proporção por Raça 2013 2014 2015 2016 2017
Branca 7,2 16,9 12,8 8,1 6,7
Preta 2,3 6,9 3,4 3,6 2,0
Amarela 0,4 0,7 0,5 1,0 0,2
Parda 8,5 28,3 16,6 16,9 20,7
Indígena 0,1 0,2 0,2 0,2 0,0
Ignorado 22,1 45,2 65,7 69,8 70,3
Cazelas vazias 59,5 1,8 0,8 0,5 0,0

Fonte: Dados fornecidos pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Contagem. Tabela feita pelos autores.

Figura 3 Número de casos de dengue proporcional por etnia branca por ano (2013 – 2017).

Na tabela 3 Proporção por Escolaridade: Analfabeto: 0,2, 0,7, 0,1, 0,1, 0,0%; Fundamental incompleto: 9,4, 12,8, 5,5, 5,6, 4,3%; Fundamental completo: 2,5, 3,5, 1,7, 1,7, 0,7%; Médio Incompleto: 4,8, 4,3, 3,7, 2,6, 1,6%; Médio completo: 7,9, 10,4, 6,9, 4,9, 5,4%; Ignorado: 68,5, 55,8, 68,8, 68,2, 78,0%. Os indivíduos que possuem o ensino fundamental incompleto foram os que apresentaram o maior número de casos de dengue na maioria dos anos. Logo após, aqueles que possuem o ensino médio completo, registrando os maiores números nos anos de 2015 e em 2017. Em todos os anos, os analfabetos tiveram poucos números de casos. Muitos dados a respeito da escolaridade dos pacientes foram ignorados (Figura 4).

Tabela 3 – Escolaridade proporcional dos casos dengue nos anos de 2013 a 2017.

Escolaridade 2013 2014 2015 2016 2017
Analfabeto 0,2 0,7 0,1 0,1 0,0
Fundamental incompleto 9,4 12,8 5,5 5,6 4,3
Fundamental completo 2,5 3,5 1,7 1,7 0,7
Médio Incompleto 4,8 4,3 3,7 2,6 1,6
Médio completo 7,9 10,4 6,9 4,9 5,4
Superior incompleto 1,0 1,8 0,8 0,6 0,7
Superior completo 0,8 1,5 0,8 0,6 0,4
Ignorado 68,5 55,8 68,8 68,2 78,0
Não se aplica 1,9 3,5 2,8 5,6 8,3

Fonte: Dados fornecidos pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Contagem. Tabela feita pelos autores.

Figura 4 – Número de casos de dengue proporcional por grau de escolaridade, por ano (2013 – 2017). * Dados ignorados omitidos (acima de 68% em todos os anos).

A proporção por Classificação Clínica da Dengue foi a seguinte: Dengue clássico: 99,9, 99,3, 99,7, 99,5, 96,9%; Dengue com sinais de alarme: 0,1, 0,7, 0,3, 0,5, 2,7%; Dengue Grave: 0,0, 0,0, 0,0, 0,0, 0,4% (tabela 4 e figura 5). Em todos os anos, os números de casos de dengue clássica foram muito superiores às demais classificações. As dengues com sinais de alarme e grave, por outro lado, tiveram número muito pequeno de casos.

Tabela 4 – Classificação Clínica da dengue proporcional nos anos de 2013 a 2017.

Classificação Clínica da Dengue 2013 2014 2015 2016 2017
Dengue clássico 99,9 99,3 99,7 99,5 96,9
Dengue com sinais de alarme 0,1 0,7 0,3 0,5 2,7
Dengue Grave 0,0 0,0 0,0 0,0 0,4

Fonte: Dados fornecidos pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Contagem. Tabela feita pelos autores.

Figura 5 Número de casos de dengue proporcional por Classificação clínica: dengue clássica (barra azul), dengue com sinais de alarme (barra vermelha) e dengue grave (barra verde), por ano (2013 – 2017).

As figuras 6 e 7 aprsentam o número de casos por Regionais Sanitárias: Vargem das Flores: 1173, 37, 698, 5418, 8; Sede: 1796, 236, 749, 3569, 49; Eldorado: 3194, 68, 1150, 6055, 78; Industrial: 1983, 21, 341, 2325,4; Nacional: 1702,8, 213, 3931, 51; Ressaca: 3509, 155, 977, 3953,78; Petrolândia: 2484, 39, 2826, 2326, 2347, 90; Riacho: 0, 0, 1, 1318, 23. Pode-se analisar que a regional Eldorado nos anos de 2013, 2015 e 2017 foi a segunda com mais números de caso de dengue, e no ano de 2016 foi a primeira região com mais casos. É perceptível também que na regional Nacional se tem menos números de casos em todos os anos analisados.

As diversas regionais apresentaram, na série histórica, um padrão bem definido, com a regional Eldorado sempre com número elevado de casos e a regional Nacional com número menor. Porém, um aspecto que deveria ser avaliado com mais critério, para posterior ajuste, são os casos de dengue proporcionais às populações e às densidades populacionais de cada regional, sendo que estes dados não estavam disponíveis para fazermos tal ajuste.

Figura 6 – Distribuição do número total de casos de dengue (barras vermelhas) nas regionais de Contagem (Vargem das Flores, Sede, Eldorado, Industrial, Nacional, Ressaca, Petrolândia e Riacho) entre os anos de 2013 a 2017.

Figura 7 Número total de casos de dengue (barra verde). Número de casos de dengue na regional Vargem das Flores, Sede, Eldorado, Industrial, Nacional, Ressaca, Petrolândia e Riacho (barra rosa), por ano (2013 – 2017).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir dos dados analisados, constatamos que as mulheres apresentam maior incidência que os homens, muito provavelmente por passarem mais tempo no domicílio. A maior incidência observada nos indivíduos pardos pode ser explicada pela menor proliferação de linfócitos T CD4+ em relação a indivíduos brancos, com menor liberação de Interferon gama. As diversas regionais apresentaram, na série histórica, um padrão bem definido, com a regional Eldorado sempre com número elevado de casos e a regional Nacional com número menor. Porém um aspecto que deveria ser avaliado com mais critério, para posterior ajuste, são os casos de dengue proporcionais às populações e às densidades populacionais de cada regional, sendo que estes dados não estavam disponíveis para fazermos tal ajuste.

REFERÊNCIAS:

BRASIL. Ministério da Saúde. Prevenção e combate a Dengue, Chicungunha e Zika. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: <http://combateaedes.saude.gov.br> . Acesso em: 25 mai. 2018.

CARDOSO, L.F. et al. Associação entre o número de casos de Dengue e precipitação pluviométrica no município de Contagem-MG – Uma série histórica. In: Anais da VI FEBRAT: Feira Brasileira dos Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas / Tânia Margarida Lima Costa (org.). – Belo Horizonte: Centro Pedagógico da UFMG; Museu Itinerante Ponto UFMG, 2018. p. 474-484.

DE LA, C. S. B.  et al. Ethnicity and difference in dengue virus-specific memory T cell responses in Cuban individuals. Viral Immunol, v. 19, n. 4, p. 662-8, Winter 2006.

LOVISI, Pedro. Pesquisa aponta que mulheres são mais afetadas pelo vírus da dengue. Estado de Minas.Minas Gerais, 31 de maio de 2019. Disponível em: <https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2019/05/31/interna_gerais,1058348/pesquisa-aponta-que-mulheres-sao-mais-afetadas-pelo-virus-da-dengue.shtml>. Acesso em: 30 de set. 2019.

MELO-SANTOS, Maria Alice Varjal de. Aedes aegypti:estudos populacionais e estratégias integradas para controle vetorial em municípios da região metropolitana do Recife, no período de 2001 a 2007.Tese de doutorado. Recife: Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, 2008. Disponível em: < https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/3903/2/000025.pdf>. Acesso em: 25 mai. 2018.

ZARA, A. L. S. A et al. Estratégias de controle do Aedes aegypti: uma revisão. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, 25(2):391-404, abr-jun 2016.