PRODUZINDO ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO A TENSÕES E DISPUTAS NO COTIDIANO ESCOLAR

PRODUZINDO ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO A TENSÕES E DISPUTAS NO COTIDIANO ESCOLAR

Jordana Pimenta Alves Pinto[1]; Kelly Cristine Mateus Leite2; Mônica Garcia Pontes3; Wasley Wagner Gonçalves4

RESUMO

Este trabalho constituiu uma tentativa de trazer reflexões acerca da violência, escancarada ou não, que rodeia o cotidiano de uma escola pública do município de Contagem/MG. Trata-se de uma experiência vivenciada por duas estudantes da terceira série do Ensino Médio ao adentrarem o mundo da pesquisa e se depararem com dificuldades da produção científica, especificamente na relação com sujeitos que, pretensamente, seriam seus objetos de estudo. Os desafios relativos à construção de um modo pesquisador, que se emaranha à vida, às emoções e às transformações subjetivas dos atores que compõem os encontros vivenciados durante o percurso metodológico, vão produzindo novos olhares nas adolescentes. A violência é percebida como ruídos, por vezes quase inaudíveis, nas diversas relações estabelecidas na escola. A realização de entrevistas e grupos focais trouxe alguns apontamentos que permitiram a elaboração de estratégias que pudessem deslocar a percepção da comunidade escolar acerca do tema.

Palavras-chave: Escola; Violência; Subjetividade; Estratégias de Intervenção.

ABSTRACT

This work was an attempt to bring reflections about violence, wide open or not, that surrounds the daily life of a public school in the municipality of Contagem / MG. It is an experience lived by two students of the third grade of High School when they enter the world of research and face difficulties of scientific production, specifically in the relationship with subjects that, supposedly, would be their objects of study. The challenges related to the construction of a researcher mode that becomes entangled with life, emotions, and the subjective transformations of the actors that make up the encounters experienced during the methodological path produce new perspectives on the adolescents. Violence is perceived as noises that are almost inaudible in the various relationships established at school. The realization of interviews and focus groups brought some notes that allowed the elaboration of strategies that could displace the perception of the school community about the theme.

Keywords: School; Violence; Subjectivity; Intervention Strategies.

1 – Ensino Médio – Funec / Inconfidentes, e-mail: jordana.pimenta02@gmail.com; 2 – Ensino MédioFunec / Inconfidentes, e-mail: kellycristineml@gmail.com;  3 – Mestre em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência – Funec / Inconfidentes, e-mail: monicagpontes78@gmail.com; 4 – Mestre em Ensino de CiênciasFunec / Inconfidentes, e-mail: wasley.w@hotmail.com

  1. INTRODUÇÃO

O fenômeno da violência perpassa contextos socioculturais, envolve atos de negligências e resulta em custos sociais para toda a espécie humana (SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, 2016). Melo, (2010) conceitua violência como qualquer situação na qual há perda de reconhecimento mútuo por parte dos sujeitos, de forma que estes são suplantados à condição de objeto por intermédio de um mecanismo de coerção como uso de poder e força física. (MELO, 2010).

A violência pode ser categorizada como:

  • Psicológica: ação ou omissão destinada a degradar ou controlar as ações, comportamentos, crenças e decisões de outra pessoa por meio de intimação, manipulação, ameaça direta e indireta, humilhação ou qualquer meio que lhe cause prejuízo à saúde mental, psicológica e autodeterminação;
  • Simbólica: não há coação física, mas causa danos morais e psicológicos. É uma forma de coação que se apoia no reconhecimento de uma imposição determinada, seja esta econômica ou social;
  • Física: é o ato em que um indivíduo prejudica o outro ou lesa outros de sua própria espécie fisicamente e intencionalmente;
  • Contra homoafetivos (as): são séries de atitudes e sentimentos negativos em relação a pessoas homossexuais, bissexuais, transgênero e pessoas intersexuais;
  • Cultural: constitui-se em substituir uma cultura por um conjunto de valores importados e forçados (SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, 2016).

Nessa perspectiva, as relações dos indivíduos consigo mesmos e com o outro, bem como as relações de competição e o caráter estratégico do individualismo (DARDOT; LAVAL, 2016), interferem no modo como a violência se dá em diferentes ambientes, inclusive na escola.

Ações violentas contra crianças e adolescentes constituem obstáculos para o desenvolvimento desses sujeitos (MALTA et al, 2017). Neste contexto, a Organização Mundial de Saúde – OMS, (2010) aponta os ambientes familiar, comunitário e escolar como relevantes locais de exposição de crianças e adolescentes à violência, especialmente no intuito de imprimir dominação, exploração de diferentes ordens e opressão.

Estratégias adotadas por jovens no convívio com seus pares, em alguns momentos, também perpassam situações de violência. Nos últimos anos temos nos deparado, na escola, com situações de violência que se iniciam com debates nas redes sociais e geram situações que provocam consequências diretas para a vida dos estudantes e trabalhadores da escola.

A proposta inicial deste trabalho foi levantar estratégias que pudessem contribuir para minimizar acontecimentos indesejados na escola, no que tange às discussões iniciadas nas redes sociais. Contudo, episódios vivenciados no ambiente escolar evidenciaram aspectos relevantes que sustentam diversas violências, seja nos ambientes virtuais ou onde o contato dos corpos parece, a princípio, impossibilitar esconderijos.

Os encontros e as reflexões construídas por diversos sujeitos, ao longo desta pesquisa, possibilitaram um deslocamento do foco inicialmente proposto para o trabalho. Um convite para observar as paisagens que se formam cotidianamente na escola nos aproximou mais da produção de uma compreensão acerca da violência. A continuidade do trabalho alicerçou-se, então, na aposta de que observações e ouvidos atentos levariam os pesquisadores à produção de uma compreensão mais ampla do problema em estudo. Optou-se pela aproximação com o sensível, o não dito, que acompanha tensões e produz ações que nem sempre reafirmam o esperado.

2. PERCURSO METODOLÓGICO

Durante os três primeiros meses deste trabalho reconheceram-se artigos científicos e livros que pudessem contribuir para reflexões acerca do conceito e dos tipos de violências existentes. As referências foram cedidas pelos orientadores e, também, rastreadas na internet. Foram produzidos resumos e fichamentos das obras e, semanalmente, os bolsistas e orientadores se reuniam para discutir sobre os aprendizados que o material trazia. Nesse processo, foram também sendo discutidas as pecepções das bolsistas acerca de como a violência ocorria na escola e qual seria a melhor estratégia para buscar a compreensão que a comunidade escolar tinha sobre o tema.

Juntos, orientadores e bolsistas selecionaram estudantes e trabalhadores para participarem de entrevistas e grupos focais que discutiriam o tema violência na escola. A fim de nortear os diálogos, produziram um roteiro que versou sobre a compreensão dos atores sobre o tema, bem como situações que poderiam estar relacionadas à violência na escola. Acontecimentos ocorridos na instituição foram levados em consideração para a produção das perguntas. As entrevistas, sendo semiestruturadas, permitiram que os entrevistados falassem sobre seus interesses e impressões, de forma a ampliar o que o roteiro trazia. Nos grupos focais, a ideia era promover uma troca de conhecimentos e uma reflexão coletiva sobre o tema. Todos receberam um convite verbal das pesquisadoras e os que demonstraram interesse logo receberam um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido – TCLE, que autoriza áudio-gravações. Após a assinatura deste termo, algumas pessoas desistiram de participar. Algumas justificaram ter algum trauma e outras não tiveram a autorização dos pais.

A seleção dos entrevistados levou em consideração a possibilidade de algum envolvimento com situação de violência na escola, seja como autor ou vítima, ou um papel de liderança nos diversos grupos formados na comunidade escolar. Os critérios para participação nos grupos focais envolveram, especialmente, o reconhecimento como liderança e/ou o perfil mais comunicativo dos atores. Tal recurso metodológico envolve a reflexão crítica e reflexiva dos envolvidos acerca do tema estudado (TRAD, 2009).

Foram 11(onze) pessoas entrevistadas, sendo 04 (quatro) no turno da manhã, 05 (cinco) no turno da tarde e 02 (dois) no turno da noite. Quanto aos grupos focais, foram realizados 2 encontros, sendo 1 no turno matutino e 1 no turno vespertino.

As entrevistas e diálogos dos grupos focais foram, então, transcritas, e as pesquisadoras selecionaram as frases de maior impacto para discussão com os orientadores. A análise dessas entrevistas levou em consideração as aprendizagens vivenciadas pelas bolsistas durante o desenvolvimento da pesquisa, os conhecimentos que estas traziam da vida, bem como suas subjetividades, já que a intenção era trazer o sensível para a reflexão. Turato (2005) explicou que pesquisas qualitativas levam em consideração as dinâmicas humanas, podendo ser utilizados recursos flexíveis para o desenho do estudo, com valorização das experiências de vida dos sujeitos da pesquisa. Nesse sentido, Brandão (2007) acrescenta que o pesquisador não é um sujeito neutro. A pesquisa constitui um fio de aprendizagem na qual quem pesquisa também está imerso.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Tanto as entrevistas como os diálogos nos grupos focais evidenciaram que as violências mais presentes no espaço escolar de estudo foram as violências simbólica e a psicológica. Algumas entrevistas evidenciaram que essas violências eram práticas rotineiras e não havia reflexões compartilhadas acerca dessas práticas. Muitas delas ocorriam nos grupos de adolescentes e não chegaram à equipe pedagógica e gestora da escola. Um dos entrevistados fez o seguinte relato:

(…) ah, com o pessoal da minha sala mesmo. Eu brinco, não sei se eles, atinge eles como violência, mas a gente brinca, por exemplo eu chamo o meu amigo de negro, mas porque eu já tenho uma intimidade com ele, não sei se abala ele. Eu entendo isso como violência querendo ou não, mas posso dizer que é uma intimidade que eu tenho com ele (ESTUDANTE 01).

O entrevistado assume a violência por trás de suas palavras, mas a entende como parte das relações que estabelece na escola e não prioriza o sentimento de seus colegas para estabelecer a ação. Considera a fala racista como uma aproximação, independente do sentimento do Outro em relação aos seus atos.

Eu, na minha, tipo assim, na minha opinião eu já pratiquei, mas violência verbal às vezes. Uma alteração, é, que acontece com todo ser humano no dia a dia, a gente acaba as vezes perdendo a cabeça e pratica, como eu já falei, não só violência física, mas às vezes um xingamento ou algum comentário desnecessário pode se materializar como violência (ESTUDANTE 2).

Apesar das ações de violência cotidiana no espaço da escola, as entrevistas também deixam claro que há uma preocupação da gestão da escola quanto à produção da cultura de paz e respeito à diversidade entre os membros da comunidade escolar.

A escola tem é um programa contra cyberbullying, a orientação, no caso a Mônica já comunicou com alguns alunos, pediu ajuda para não exclusão de alguns alunos. Em mim mesmo ela já chegou pedindo para eu tentar incluir, é, uma pessoa específica no nosso meio, que é uma pessoa que fica mais na dela, mais isolada (ESTUDANTE 02).

Quando perguntados sobre o significado de violência simbólica, os estudantes disseram não conhecer o conceito. A dificuldade de entendimento sobre o que é considerado violência marca, praticamente, todas as entrevistas com os estudantes e os diálogos nos grupos focais. Esse achado fez com que as pesquisadoras compreendessem a importância da implementação de estratégias de intervenção no espaço escolar, que envolvessem a discussão desses conceitos.

Simbólica? Faço nem idéia. Ah, apelidos. Por exemplo, é, Inhonho, essas coisas. Na minha opinião seria isso.” (ESTUDANTE 1)

Talvez causar danos permanentes na vida de outra pessoa?   (ESTUDANTE 3)

A convivência diária com o ambiente escolar, atrelada a reflexões suscitadas a partir das entrevistas e grupos focais, mostrou a superficialidade do entendimento do que é considerado violência como um todo. Muitos entendem violência como sinônimo de violência física e, por isso, não são capazes de refletir sobre as diversas violências que perpassam a vida de estudantes e trabalhadores da instituição. Quando perguntados sobre se praticaram violência, a respostas, na maioria das vezes é “não sei’ ou “sim”.

Quando a pergunta foi “o que você sentiu?”

É, dependendo da pessoa, assim, o que acontece é mais uma forma de revidar, é na maioria das vezes eu me senti muito mal e, sei lá, pedi desculpas e reparei esses erros e outras pessoas eu senti prazer (ESTUDANTE 3).

Tal constatação levou as jovens pesquisadoras a produzir cartazes com perguntas, frases reflexivas e imagens que pudessem chamar a atenção da comunidade escolar e, no decorrer do tempo, suscitar reflexões sobre acontecimentos que envolvem essas situações.

O primeiro cartaz produzido trazia uma ponderação acerca dos julgamentos que muitas vezes fazemos das pessoas, desconsiderando suas singularidades e a diversidade dos modos de viver existentes nas populações humanas. A intenção era desencadear questionamentos sobre os significados de determinados padrões sociais, aceitação de si e do Outro.

Figura 01

(Cartaz produzido pelas pesquisadoras)

Esses cartazes foram expostos em diversos lugares pela escola: sala dos professores, corredores próximos às salas de aula, secretaria, direção da escola e refeitório. Uma reflexão que aparece nesse momento refere-se à rotulação dos corpos pela mídia, como se não houvesse belezas plurais.

Uma semana após essa intervenção, novos cartazes foram distribuídos pelos corredores e, também, nas salas de aula, como formas de alerta, observação e discernimento sobre as diversas violências existentes. As frases foram produzidas a partir de reflexões do que se ouviu nas entrevistas e grupos focais.

Figura 02

(Cartaz produzido pelas pesquisadoras)

Na terceira semana de intervenção foram produzidos cartazes que versavam sobre conceitos relativos às violências existentes. Dessa vez, além de frases, foram utilizados desenhos que explicitavam os conceitos expostos. Essa iniciativa foi a de maior impacto perceptível na escola. Estudantes trouxeram diversos questionamentos para as pesquisadoras. Alguns perguntaram sobre os conceitos, outros diziam que se identificavam com os desenhos e com as frases.

Figura 03

(Cartaz produzido pelas pesquisadoras)

Figura 04

(Cartaz produzido pelas pesquisadoras)

Essas iniciativas levaram as pesquisadoras a pensarem que trabalhar o tema na escola é, em si, uma forma de minimizar a violência existente. Se não há a identificação de certos atos como violentos, não faz sentido falar em prevenção da violência. Teríamos ações esvaziadas de sentido para muitos sujeitos que sofrem e praticam atos violentos.

Cabe destacar que, independentemente do tipo de violência que a pessoa sofra, ela carrega traumas. Uma pessoa se recusou a participar da entrevista por ainda se sentir muito sensível com o assunto, alegando que não estava preparada para tal, que ainda doía, e que iria chorar.

Abordar a questão da violência na escola ou em qualquer outro espaço é, portanto, um desafio que exige sensibilidade e delicadeza. Não podemos adentrar a intimidade das pessoas. Ao mesmo tempo, não podemos permitir que sofrimentos se instalem e acompanhem vidas humanas como se fosse, simplesmente, corriqueiro sofrer. Não é. Encontrar alternativas, e o diálogo respeitoso, com possibilidades de produção de conhecimento e de sensibilização, parecem ser um caminho viável.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Enquanto estudantes do Ensino Médio, em uma escola pública que recebe pessoas com as mais diversas situações de vida, compreendemos que produzimos conhecimento durante essa pesquisa e fomos colocadas em permanente oportunidade de reflexão sobre as violências vivenciadas na sociedade. Não somos as mesmas estudantes que chegaram em 2017 nessa escola. Naquela época, não poderíamos imaginar as transformações que ocorreriam em nós, especialmente, entre os anos de 2018 e 2019.

Ao chegar ao Ensino Médio sabíamos que aprenderíamos sobre diversas disciplinas curriculares. Aprendemos mesmo. Mas, o envolvimento com a pesquisa, com os acontecimentos singulares de nossa escola, trouxe-nos reflexões para a vida e nos permitiu ver coisas que os trabalhadores e gestores desta escola, a princípio, não viam. O envolvimento com a pesquisa, e a trajetória metodológica que seguimos, permitiram o entendimento de que, mais do que abordar a violência nas redes sociais, é necessário refletir sobre o que é violência no espaço escolar. As pessoas se perdem nos costumes, nos preconceitos arraigados na sociedade e nem identificam práticas violentas como tais. Seja pela internet, ou nos encontros na escola, a violência nos abala, muitas vezes, de forma disfarçada. Contudo, as consequências continuam a provocar tristezas e, com o tempo, adoecimentos.

Quando discutimos a ideia deste projeto, procurávamos violências explícitas, realizadas com intenções claras de machucar. Entretanto, encontramos pessoas que não refletem sobre essas questões. Apenas reproduzem o que há no mundo que vivem.

Compreendemos a importância de se incentivar a pesquisa qualitativa nas escolas com envolvimento dos diversos atores que compõem esse território. Nós, estudantes, somos também produtores de conhecimento. Trazemos aprendizados dos espaços por onde passarmos e, se estimulados a refletir, construímos formas de aprendizados. Este trabalho trouxe respostas inesperadas para os gestores da escola e nos impulsionou a pensar novas interferências possíveis para a produção de uma cultura, não só na instituição em que nos encontramos, mas, também, para a vida. Nesse sentido, elaboramos algumas propostas para continuidade desse trabalho em 2020. Serão novos pesquisadores, novos sujeitos envolvidos. Mas, é com essa diversidade de pensamentos que acreditamos que nossa escola e, também, o mundo produzirão formas mais felizes de viver.

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRANDÃO, C.R. Reflexões sobre como fazer trabalho de campo. In: Sociedade e Cultura. São Paulo, v.10, n.01, p.11-27, 2007.

DARDOT, P.; LAVAL. A Nova Razão do Mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. Trad: Mariana Echalar. São Paulo: Boitempo, 2016. 413p.

GODOY, S.S. Introdução à Pesquisa Qualitativa e suas Possibilidades.In:Revista de Administração de Empresas. São Paulo, v.35, n.2, p.57-63, 1995.

MALTA, D.C. et al. Violências contra Adolescentes nas Capitais Brasileiras, segundo Inquérito em Serviços de Urgência. In: Ciência e Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v.22, n.9, p.2899-2999, 2017.

MELO, E.M. Podemos Prevenir a Violência:teorias e práticas. Brasília: Organização Pan-americana de Saúde/OMS, 2010, p. 01-24. Disponível em: <https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_docman&view=download&alias=1214-podemos-prevenir-a-violencia-teorias-e-praticas-4&category_slug=acidentes-e-violencias-086&Itemid=965>. Acesso em: 26 nov. 2018.

PORTUGAL. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE. Violência Interpessoal:abordagem, diagnóstico e intervenção nos serviços de saúde. 2. ed. Caderno ASGVCV – Ação de Saúde sobre Gênero, Violência e Ciclo de Vida. Portugal: Direção-Geral de Saúde, 2016. 268p. Disponível em: <https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/violencia-interpessoal-abordagem-diagnostico-e-intervencao-nos-servicos-de-saude-pdf.aspx>. Acesso em: 27 nov. 2018.

TRAD, L.A.B. Grupos Focais: conceitos, procedimentos e reflexões baseadas em experiências com o uso da técnica em pesquisas em saúde. In: Physis Revista de Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v.19, n.03, p.777-796, 2009.

TURATO, E.R. Métodos Qualitativos e Quantitativos na Área da Saúde: definições, diferenças e seus objetos de pesquisa. In: Rev. Saúde Pública. São Paulo, v.39, n.03, p. 507-514, 2005.

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