Mulheres Gestantes no Covid-19

MULHERES GESTANTES NA COVID-19

Ângela Fátima Vieira Silva1

RESUMO

O presente estudo surge da necessidade premente de orientar as gestantes e seus familiares, quanto ao comportamento seguro para prosseguir com a gestação e pré-natal em tempos de pandemia  do coronavírus, que assola toda a humanidade e, ainda, não possui tratamento. Quando uma infecção de grandes proporções nos realiza uma visita inesperada, a primeira medida é compreender como ela funciona, quem é seu vetor e como ele vive, progride e agride o ser humano. Munidos de  elevadas tecnologias, grande número de cientistas estão estudando vinte e quatro horas por dia, todo o processo da doença. Esperamos ter condições de debelar nosso inimigo em breve, caso tenhamos uma arma eficaz contra ele, que será, sem dúvida, a vacina. Contudo, como tudo na vida,  para essa arma ficar pronta, ser eficiente e eficaz, precisaremos de tempo. Tempo este, aliado das grandes batalhas e merecidas vitórias, juntamente com estratégias, equipamentos e, cérebros prontos para pensar e agir de forma correta, deve ser compreendido neste momento ímpar, pelo qual passa a humanidade. Então, lembremos e fixemos a lição: PREVENÇÃO, neste momento é a única arma que temos em mão para o combate, aliado ao conhecimento, paciência e bom senso. Este documento visa fornecer algumas ferramentas, para construção individual e coletiva da prevenção, com foco na gestante em tempos de covid-19.

Palavras-chave: Gestante; Pré-Natal; Prevenção; Covid-19.

ABSTRACT

The present study arises from the urgent need to guide pregnant women and their families, regarding safe behavior to proceed with pregnancy and prenatal care in times of the coronavirus pandemic, which plagues all of humanity and still has no treatment. When a major infection makes an unexpected visit, the first step is to understand how it works, who is its vector and how it lives, progresses and attacks human beings. Armed with high technology, a large number of scientists are studying twenty-four hours a day, the whole process of the disease. We hope to be able to quell our enemy soon, if we have an effective weapon against him, which will undoubtedly be the vaccine. However, like everything in life, for this weapon to be ready, to be efficient and effective, we will need time. This time, together with the great battles and deserved victories, together with strategies, equipment and brains ready to think and act correctly, must be understood in this unique moment, through which humanity passes. So, remember and fix the lesson: PREVENTION, at this moment is the only weapon we have in hand for combat, combined with knowledge, patience and common sense. This document aims to provide some tools, for individual and collective construction of prevention, focusing on pregnant women in times of covid-19.

Keywords: Pregnant woman; Prenatal; Prevention; Covid-19.

  1. INTRODUÇÃO

Preocupados com a pandemia causada pelo coronavírus, apresentamos alguns apontamentos para as gestantes sobre os procedimentos a serem observados durante a pandemia e, sobretudo, sua permanência em casa, em virtude da necessidade de isolamento social.

 No dia a dia do trabalho na maternidade é visível a angústia e a aflição das gestantes e suas famílias em relação à pandemia. Tudo isso, aliado a uma constante falta de informação, ou pior, informações errôneas. E, para piorar a situação, algumas gestantes buscam o hospital com uma maior frequência por ficarem sem consultas no pré-natal, e também, por insegurança mesmo. Com isso, aumentam a exposição à virose, devido levarem tempo demais na porta da maternidade e, pelo fato da maternidade utilizar a classificação de Manchester como forma de atendimento, não constitui, portanto, o local adequado para atendimento de pré-natal.

A covid-19 é uma doença virótica, de transmissão aérea, realizada por perdigotos que saem da boca/nariz de pessoas infectadas para outra pessoa, através do ar, após um espirro, tosse ou mesmo conversas e sorrisos a menos de um metro de distância, ou ainda, compartilhando objetos pessoais.

Depois de alojado no aparelho respiratório e alcançando os pulmões, o vírus penetra nas células do pulmão onde se aloja e multiplica, causando danos orgânicos, provocando vários sintomas como: febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar que se confundem com um resfriado, variando da forma mais leve à mais grave, podendo levar a pessoa a internação, entubação e até a morte. Tudo isso ocorre em uma velocidade rápida, jamais vista, e reage de forma variada em cada ser humano. Por ser uma patologia nova, em estudo, não possuir, ainda, tratamento definido e, tampouco vacina, só nos resta a prevenção.

2 . METODOLOGIA

A observação sempre foi e sempre será o melhor método de pesquisa que existe, sempre aliado ao conhecimento do pesquisador. E, foi assim, na simples observação, que surgiu este estudo. Observando-se a porta de atendimento sempre cheia, urgências que não possuem tempo e nem hora para chegar, deixando os profissionais de saúde angustiados, por não conseguirem passar todas as informações de prevenção necessárias para seus clientes/pacientes, em uma consulta na porta da urgência de uma maternidade de referência. Esperamos que, por meio desse estudo, iremos suprir um pouco essa lacuna.

3. DISCUSSÃO

Dessa forma, indicaremos a seguir, algumas medidas simples, que poderão evitar em mais de 90% (noventa por cento) a transmissão do Coronavírus, são elas:

3.1. Higiene

3.1.1. Evite e retire todos os ornamentos de uso pessoal, como: anéis, pulseiras e relógios das mãos. Lave as mãos com água e sabão, com frequência, até a altura dos punhos, por 20 segundos, ou, então, higienize-as com álcool em gel 70%, caso não possa lavar, mas somente se estiverem limpas, pois, do contrário o álcool gel não realizará a assepsia esperada. Vale ressltar que mesmo com a utilização de luvas é necessário lavar as mãos, antes e depois de usá-las.


Foto 01 – Higienização das mãos
Fonte: https://www.prorim.org.br/blog-artigos/voce-sabia-que-a-higienizacao-das-maos-pode-salvar-vidas/. Acesso em 22/04/2020

Foto 02: Desinfecção com  álcool gel 70%

Foto 02: Desinfecção com  álcool gel 70%
Fonte: https://www.sanarmed.com/coronavirus-mitos-e-verdades-sobre-o-alcool-gel-colunistas. Acessado em 21/04/2020

3.1.2. Ao tossir ou espirrar, cubra o nariz e a boca com o lenço ou com o braço, na altura do cotovelo dobrado, nunca com as mãos. Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas. Ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado.

Ao tossir, não cubra a boca com a mão. O correto é usar a parte de dentro do antebraço para fazer isso (ou um lenço de papel, que depois deve ser descartado) - iStock
Foto 03 – Cobrir o nariz com lenço ou braço
 Fonte: https://www.uol.com.br/vivabem/faq/coronavirus-quando-a-tosse-e-preocupante-com-catarro-e-pior-ou-seca.htm. Acessado em 29/04/2020

3.1.3. Mantenha uma distância mínima, cerca de 02 (dois) metros, de qualquer pessoa.

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Foto 04 – Distância mínima de cerca de 2 metros
Fonte: https://guiadafarmacia.com.br/ministerio-da-saude-define-criterios-de-    distanciamento-social/. Acessoem29/04/2020

3.1.4. Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote uma onda amigável, sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.

3.1.5. Higienize o celular e os brinquedos das crianças, com frequência.

Coronavírus: álcool em gel para as mãos não deve ser usado para ...
Foto 06 – Higienização de aparelhos celulares
Fonte:https://www.folhaz.com.br/saude-beleza/celular-e-uma-fonte-de-contaminacao/attachment/como-higienizar-o-celular/.Acessado 21/04/2020

3.1.6. Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.

A imagem pode conter: texto que diz "NÃO COMPARTILHAR OBJETOS DE USO PESSOAL COMO TALHERES, COPOS, GARRAFAS, CANUDOS, ENTRE OUTROS..."
Foto 07 – Não compartilhar objetos de uso pessoal     
Fonte:https://www.facebook.com/UNINASSAU/photos/a.182065668485296/4314092145282607/?type=3. Acessoem29/04/2020.

3.1.7. Evite aglomerações e mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.

3.1.8. Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas, principalmente, idosos (pessoas acima dos 60 anos) e doentes crônicos (pessoass com doenças crônicas, como diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares). Permaneça em casa até melhorar e, se você morar com outras pessoas, utilize máscara, mesmo que seja caseira. As pessoas que contraíram o novo coronavírus devem manter o isolamento social de 14 (quatorze) dias;

Como deixar o quarto mais frio no verão: como refrescar a casa ...
Foto 08 – Ambientes bem ventilados
Fonte: https://www.triider.com.br/blog/como-deixar-o-quarto-mais-frio-no-verao/.Acesso. Acesso em24/04/2020.

3.1.9. Durma bem, tenha uma alimentação saudável e faça atividades físicas.

Impedida de fazer visitas, ONG de palhaços produz aventais e ...
Foto 09 – Uso de máscaras
Fonte: https://guelfiseguros.com.br/portoRSS.html 
Acesso em24/04/2020.    
Incentivo à alimentação saudável gera economia em saúde, diz estudo
Foto 10 – Alimentação saudável
Fonte: https://idec.org.br/noticia/incentivo-alimentacao-saudavel-gera- economia-em- saude-diz-estudo. Acesso em 29/04/2020.

3.1.10. Não procure unidades básicas de saúde (UBS/Postos de Saúde) ou hospitais se não apresentar sintomas. Evite contaminação!

3.1.11. Fique atenta aos sintomas gripais em seu convívio familiar, para não se expor. Não saia à rua sem o uso de máscaras, e só saia se for extremamente necessário.

3.2 Gestantes

A gravidez é um período marcado por várias mudanças fisiológicas e psicológicas na mulher, quando esta se apresenta muito sensível, devido às alterações hormonais e as  mudanças na vida particular, com a chegada de mais um membro na família, além das preocupações com as responsabilidades futuras. A ansiedade leve é normal, mas, diante de uma pandemia que exige confinamento, este quadro pode exacerbar. A gestante tem uma alteração no sistema imunológico, podendo torná-la mais vulnerável ao vírus. Diante disso,  é salutar lembrar que as gestantes possuem direito ao atendimento prioritário nas unidades hospitalares.

Em relação à doação de leite humano, recomenda-se a prática desse ato somente às lactantes saudáveis e sem contato domiciliar com pessoas com síndrome gripal. (item 6.2.2, “b”, da Resolução ANVISA nº 171/2006). Essas medidas visam evitar riscos de contaminação durante a extração do leite.

3.3 Pré-natal

O pré-natal consiste em visitas sistemáticas ao médico, durante o período gestacional, com a finalidade de avaliar saúde da gestante e do feto, no seu crescimento e desenvolvimento, para prevenir e promover a saúde, com realização de exames, anotação de medidas corporais, solicitação de exames e tirar dúvidas, sendo fundamental para identificar e tratar possíveis problemas que possam surgir durante a gestação e, assim, diminuir as taxas de morbimortalidades materna e infantil que, infelizmente, ainda estão presentes em nosso país. Esse atendimento precisa ter qualidade, compromisso dos profissionais que atendem o pré-natal, bem como da mulher que ora gesta.

O pré-natal, neste período específico em que a Covid 19 assola o mundo, deve ser seguido com as seguintes observações:

  • O local a ser realizado o pré-natal é a Unidade Básica de Saúde (UBS);
  • Deve ser iniciado rapidamente, antes das 12ª semana de gestação (captação precoce);
  • Sempre que possível, envolver o parceiro no pré-natal, inclusive, esse é um direito dele;
  • Realizar um plano de parto, com informações sobre o parto fisiológico;
  • Receber uma escuta ativa quando poderá, junto ao seu acompanhante, tirar dúvidas e colocar suas angústias e preocupações, com atenção resolutiva e de qualidade;
  • Caso a gestante apresente sinais de gripe durante a gestação deve adiar sua consulta de pré-natal em 14 (catorze) dias para consultas de rotina;
  • Caso apresente febre alta ou falta de ar, procure o atendimento médico na unidade onde realiza o seu pré-natal, o mais rápido possível;
  • Mas, se você está gestante e não apresenta sintomas da Covid -19, a recomendação é que o pré-natal seja realizado, normalmente;
  • Lembre-se: use máscara para se deslocar de casa até a unidade de saúde.

3.4 Parto

A partir de 37 (trinta e sete) semanas de gestação, o ser humano está pronto para nascer e, podemos esperar um parto normal até 41(quarenta e uma) semanas de gestação, caso esteja tudo transcorrendo dentro da fisiologia. Alguns sinais podem te levar à maternidade para o parto, são eles:

3.4.1. Contrações – (endurecimento da barriga) de 5’ em 5’ ou de 3’ em 3’, durando-se de 20” à 30” por tempo contínuo, podendo ser acompanhadas, ou não, de desconforto doloroso lombar/pélvico;

OBS.: as contrações mais espaçadas, maiores que esse tempo, são consideradas contrações de treinamentos, chamadas de Braxton Hicks, e não são consideradas, na maioria dos casos, para internação. Então, se estiver tudo bem, FIQUE MAIS TEMPO EM CASA, antes de se deslocar para a maternidade. Para alívio do desconforto, a gestante pode deambular, sentar-se, tomar banho, respirar de forma consciente, alimentar-se livremente, mas optar por dietas leves e saudáveis, e realizar atividades que a relaxam e dão prazer.

Exercícios pré parto que ajudam o encaixe do bebe na pelve materna ...
Foto 11 – Exercícios pré-partos
Fonte:https://blog.casadadoula.com.br/gravidez/exercicios-pre-parto-que-ajudamo –     encaixe-do-bebe-na-pelve-materna/. Acesso em29/04/2020

  3.4.2. A bolsa das águas – quando rompe, pode ser que escorra água perna abaixo, ou molhe a roupa intima aos poucos. Observe bem, coloque um pano escuro para ter certeza de que a bolsa está rota, isto é, quando a quantidade é pequena, e se desloque para a maternidade com seus pertences pessoais e do bebê, porque se a bolsa estiver realmente rota, você será internada. Vá com calma, não precisa correr. Mas, lembre-se, somente com seu acompanhante, e os dois usando máscara;

Tudo sobre bolsa rota e prematuridade - Prematuridade.com ...
Foto 12 – Rompimento da bolsa
Fonte:https://blog.casadadoula.com.br/parto-normal/bolsa-rota-minha-bolsa-rompeu-e-agora/. Acesso em 29/04/2022

3.4.3. Movimento do feto – normalmente o feto se movimenta, no mínimo, 04 (quatro) vezesem uma 01 (uma) hora, que pode ser perceptível ou não pela mãe. Mas, após as refeições, esse movimento é evidente, por receber uma carga maior de glicose, que o faz ficar mais ativo. A gestante observa melhor esse movimento deitando em decúbito lateral esquerdo e contando os movimentos (mobilograma). Caso isso não ocorra em 12 horas, a gestante deve se dirigir à maternidade para avaliação da vitalidade fetal. Vá rápido, com seu acompanhante e usem máscaras. Todo minuto é fundamental para a vida do feto.

3.4.4. Sangramento perna abaixo – caso ocorra sangramento em qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer lugar, largue tudo o que estiver fazendo, e vá rápido para a maternidade, pode estar acontecendo um descolamento de placenta. Vá rápido, o feto pode estar correndo risco de vida.

Descolamento de placenta - Será que é gravidez? - BabyCenter

Foto 13 – Deslocamento de placenta       
Fonte:https://brasil.babycenter.com/thread/5578478/descolamento-de-placenta. Acesso em 29/04/2020

Neste momento de pandemia, buscando-se facilitar e proteger a vida da gestante e do feto, recomendamos algumas atitudes  positivas e efetivas que poderão fazer toda diferença neste momento ímpar  na vida de uma mulher; são elas:

  • As visitas a algumas maternidades estão restritas ou suspensas, para conhecimento do ambiente de parto, sugerimos uma visita ao site da maternidade onde seu parto está programado, para se familiarizar com a ambiência, normas e rotinas. Não hesite, ligue e retire suas dúvidas;
  • A Lei nº 11.108, de 07 de abril de 2005, dá à gestante o direito de ter um acompanhante durante todo o trabalho de parto, parto, pós-parto e internação hospitalar, este direito se mantém durante a pandemia. No entanto, cada instituição está elaborando sua rotina própria de proteção, verifique, por telefone, como está funcionando a rotina da maternidade onde ocorrerá seu parto;
  • As mães que amamentam não devem ser separadas do bebê, mesmo que estejam contaminadas pelo novo coronavírus. Mas, a cada mamada, devem realizar a higienização das mãos, antes e depois da amamentação;
  • Mantenha uma distância de 02 (dois) metros entre o berço do bebê e o leito da mãe. Vale lembrar que o leite materno é o melhor alimento para o bebê, e que, até o momento, não existe evidência científica que comprove a transmissão da Covid 19 por meio do leite materno;
  • As lactantes que estejam infectadas pelo novo coronavírus, ou com suspeita de infecção, devem utilizar máscaras durante a amamentação, como forma de proteger o bebê das gotículas de saliva que possam ser transmitidas da mãe para o filho.
  • Conclusões

Precisamos repensar a atenção à mulher e ao bebê no Brasil e reforçar cuidados humanizados e seguros. As medidas de higiene, o deslocamento e atendimento seguros são ações de humanização à gestante. Mesmo em tempos de pandemia, não podemos esquecer, em hipótese alguma, da humanização de assistência.

No Brasil, o excesso de intervenções no parto tem sido reportado como violência obstétrica e contribui para os índices elevados de morbimortalidade materna e neonatal.

Predominaram nos relatos de violência obstétrica: intervenção não consentida/aceita com informações parciais, cuidado indigno/abuso verbal; abuso físico; cuidado não confidencial/privativo e discriminação (LANSKY et al, 2019).

Em todos os momentos,  mas, em especial, neste momento de pandemia, não podemos sofrer com a falta de atendimento e/ou atendimentos sem os devidos cuidados e informações necessárias para a saúde da gestante e de sua família. É importante entendermos que esses acontecimentos são desnecessários e constituem desrespeito!

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

1. Mulheres no Covid-19 – Governo Federal www.gov.br › mdh › pt-br › assuntos › noticias › abril. Acesso em 20/04/2020 as 17:00.

2. PEREIRA, Vidal Audrey. Saúde da Mulher na Atenção Básica: compilado informações que apoiam o ensino-aprendizagem na graduação de enfermagem. 1ª ed. Rio de Janeiro: Editora da Universidade Federal Fluminense. 2016. 116 p.

3. SOGIMIG. Manual de Ginecologia e Obstetrícia. Belo Horizonte: Coopemed, 2012. 1.344 p.

4. PEIXOTO, Sérgio. Manual de assistência pré-natal / Sérgio Peixoto. — 2a. ed. — São Paulo : Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2014. 1. Gravidez. 2. Cuidado pré-natal. 3. Complicações na gravidez. I. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.

5. LANSK, S. Violência obstétrica: influência da Exposição Sentidos do Nascer na vivência das gestantes. Ciência & Saúde Coletiva. São Paulo, v.24, n.8, 2019, p.2811-2823.